
Através do presente expediente,
o Sindsocorro vem esclarecer algumas coisas a seus filiados e demais
servidores. Nos últimos dias, temos visto nas redes sociais a presidente do
SACEMS_ASB, gritando que não temos legitimidade para representar os servidores
deste município e quem teria tal direito, seria o SINDSPUB, através de seu
presidente Joanes Albuquerque. Presidente este, que lesou os agentes
comunitários de saúde e endemias com o projeto da casa própria. Como chamamos:
“Minha casa, meu inferno”. Onde o próprio SACEMS – ASB está sendo processado a
pagar indenizações aos agentes que foram lesados. Ocorre que o intuito deste mesmo cidadão, não
é representar os servidores, mas apenas requerer o imposto sindical, a prova é
que mesmo com essa suposta Carta Sindical, cancelada pela Justiça, o mesmo
requereu os valores do repasse do imposto sindical ao município. Em junho de 2014, denunciamos este mesmo
cidadão que solicitou o referido repasse do imposto ao município mesmo com a
carta sindical suspensa pela Justiça. O município, de imediato, entrou em
contato conosco pedindo esclarecimentos, pois este se intitulava representante
dos servidores. Em resposta, a Presidente do Sindsocorro disse que essa
história de Joanes Albuquerque é coisa passada. Pois o Sindsocorro, à época,
tinha 13 anos de fundado e o SINDSPUB foi criado em 2010, numa tentativa ilegal
de representar a categoria (ou melhor, de receber o montante do Imposto
sindical), pois este não tem legitimidade para representar nenhum servidor. Em
uma tentativa frustrada, Joanes ainda tentou anular o SINDSOCORRO apresentando
a ação judicial nº 201088000852, mas a decisão da 1ª vara cível de Nossa
Senhora do Socorro e do Tribunal de Justiça foi no sentido de afirmar que o Sindicato legítimo para representar a
categoria é o SINDSOCORRO.
É interessante destacar que o
SINDSPUB é filiado a Força Sindical e que, à época, tentou o registro sindical
de forma ilícita junto ao Ministério do Trabalho e Emprego; cujo ministro na
ocasião era o Sr. Carlos Lupi. O Ministro, por sua vez, perdeu o cargo depois
de se envolver em escândalos denunciados pela revista ISTO É, que em sua capa
estampava o título “FABRICA DE
SINDICATOS”. Convêm lembrar que o imposto sindical, corresponde a um dia de
trabalho descontado sempre no mês de março. Será coincidência que o
questionamento da legitimidade e esse interesse súbito de representar as
categorias sejam justamente no mês de MARÇO? Informamos ainda que o processo
que corria na 1ª vara federal, foi arquivado sem decisão do mérito, sendo
assim, a decisão que prevalece é a
decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, que nos dá LEGITIMIDADE PARA REPRESENTAR AS
CATEGORIAS. O Sindsocorro não vai permitir que pessoas de caráter duvidoso viessem
usurpar um beneficio que pertence à classe trabalhadora. Mesmo sem ter, momentaneamente,
a carta sindical, o SindSocorro está diuturnamente trabalhando para a conquista
de benefícios para os servidores a exemplo do Triênio, do Plano de Carreira e
as titulações e dando inicio às negociações do piso salarial dos servidores.
Enquanto o outro sindicato que tanto diz representar o servidor e ser legítimo
só tem preocupação com imposto sindical. Não entendemos como uma presidente de
sindicato pode estar apoiando uma pessoa que lesou a própria entidade e os
agentes de saúde e endemias, fazendo confusão na cabeça dos demais servidores e
causando um desgaste desnecessário. Justamente ela que sempre enfatiza que os
sindicatos têm que andar juntos. E fica questionando um assunto que não está na
sua competência. Ao invés de se dedicar de forma integral a resolver a situação
delicada de seus filiados.
O diretor de Formação da CUT e vice-presidente do SINTESE, Roberto
Silva reforçou que é a vontade dos trabalhadores manifesta em assembleia geral
que legitima um sindicato, nunca será um pedaço de papel. “A
Constituição Federal no artigo 8º estabelece o princípio da liberdade sindical.
Para ser criado regularmente, um sindicato só depende da aprovação dos
trabalhadores em assembleia geral e do registro do mesmo em cartório. A Carta Sindical é para efeito do
recolhimento do imposto sindical, portanto nenhum sindicato pode ser
deslegitimado porque não tem Carta sindical, muito menos um sindicato como o
SINDSOCORRO que elaborou e lutou pela concretização do Plano de Carreira,
conquistou o Triênio para os servidores, tem cobrado todo cumprimento da
progressão de carreira. É o sindicato que luta e por isso os servidores
reconhecem como sindicato há mais de uma década”, criticou.